Fairey Firefly

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O Fairey Firefly foi um caça naval britânico desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial como um substituto do bem sucedido Fairey Fulmar e tal como o seu antecessor foi projetado segundo o conceito da FAA (Fleet Air Arm) da Royal Navy de um caça de reconhecimento de dois lugares, piloto e navegador/observador. Superior em todos os níveis ao seu antecessor, o Fairey Firefly entrou ao serviço, apenas no final da Segunda Guerra Mundial, mas já nessa altura se tornou visível que o conceito sob o qual fora desenvolvido limitava o seu desempenho como caça de combate. Consequentemente foi adaptado pela FAA para as funções de reconhecimento armado,  ataque antissubmarino, ataque e apoio próximo, funções que cumpriria com distinção durante a década seguinte ao final da Segunda Guerra, nomeadamente durante a Guerra da Coreia.

Fairey Fulmar

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O Fairey Fulmar foi um caça naval de dois lugares desenvolvido pela Fairey Aviation Company Limited e construido após a eclosão da segunda guerra mundial para a FAA (Fleet Air Arm) com consideráveis semelhanças ao bombardeiro ligeiro Fairey Battle.
Embora o seu desempenho não fosse espetacular, demonstrou ser modestamente bem sucedido durante a fase inicial da guerra, cumprindo adequadamente a sua função até a FAA conseguir obter um substituto mais capaz, ainda que dentro da sua linha de desenvolvimento, o Fairey Firefly.
Durante a Segunda Guerra Mundial os Fulmar destruíram 112 aeronaves inimigas, um numero que pode parecer modesto, porém esse numero de vitórias aéreas tornam-no o caça naval da FAA (Fleet Air Arm) com o maior numero de vitórias durante o conflito.

Fairey Battle

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A Fairey Aviation Company Limited construía aviões de combate desde a primeira guerra mundial, desenvolvendo aeronaves de sofisticação crescente no período entre guerras. Na década de 1930, a empresa construiu seu primeiro monoplano moderno, o bombardeiro ligeiro Battle que foi adquirido em número significativo pela Royal Air Force (RAF). A aeronave encontrava-se ao serviço operacional da RAF quando se iniciou a Segunda Guerra Mundial, tendo sido colocada na frente de combate onde se revelou fatalmente obsoleta, sendo relegada para funções não-combate, logo que tal foi possível.
Embora o tenha tido um papel relevante na instrução de pilotos para a RAF o Battle é fundamentalmente recordado pela sua desastrosa participação nos primeiros dias da guerra, uma participação associada a uma bravura suicida e fútil.

Sukhoi Su-25 Grach (Frogfoot)

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O Sukhoi Su-25 (Código NATO Frogfoot), é um avião Russo destinado ao apoio aéreo próximo desenvolvido pala Sukhoi OKB, considerado o sucessor do famoso Ilyushin Il-2 Sturmovik da Segunda Guerra Mundial. Rápido, pesadamente armado e blindado, é considerado um dos aviões em operação mais difíceis de abater em todo o mundo. 
Possui uma longa história operacional de mais de 30 anos de serviço tendo sido altamente utilizado pela União Soviética na Guerra do Afeganistão (1979-1989), em missões contra-insurgência contra os Mujahideen. Foi também largamente utilizado pela Força Aérea Iraquiana na Guerra Irão-Iraque (1980-1988), e também na primeira Guerra do Golfo (1990-1991). Entre os anos de 1990 e 2010 esteve presente nas guerras da Chechênia,  Abecásia (1992–1993)  e Ossétia do Sul (2008), e Macedônia (2001)
Ao todo foram produzidos mais de 1200 Su-25 em várias versões, estando ainda presente em diversos países, na África, Ásia e Europa, para além da Russia e dos diversos paises que surgiram após o colapso da União Soviética.

Lockheed SR-71 Blackbird

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O Lockheed SR-71 "Blackbird" foi uma aeronave de reconhecimento estratégico de longo alcance, e alta velocidade (Mach 3+) operada pela USAF (United States Air Force). Foi desenvolvido como um black project a partir do avião de reconhecimento da CIA, Lockheed A-12 Oxcart, criado em finais da década de 1950 início da de 1960 pelo conceituado engenheiro aeroespacial Clarence "Kelly" Johnson, responsável por muitos dos conceitos originais e inovadores integrados no SR-71, nomeadamente a capacidade furtiva, ainda que básica.
No decorrer das missões de reconhecimento o SR-71 operava a altitudes e velocidades tão elevadas que lhe permitiam, virtualmente, escapar a qualquer ameaça. Caso o seu avançado sistema de contramedidas detetasse uma ameaça, fosse ela um míssil ou um intercetor bastava-lhe acelerar até a sua velocidade e altitude de cruzeiro para ficar fora do seu alcance.