SAAB J 29 Tunnan

.
.
.
.
O SAAB J 29 Tunnan (Jakt, caça; Tunnan, barril) foi um caça a jato sueco de primeira geração fabricado pela SAAB, Svenska Aeroplan AB, da Suécia que se tornou conhecida no pós segunda guerra mundial por ter, entre outros factos, projetado uma serie de caças a jato que se distinguiram pelas suas longas carreiras operacionais. A primeira dessas aeronaves foi o SAAB J 29 "Tunnan (Barril), um caça de fuselagem volumosa mas surpreendentemente rápido e ágil. Entrou em serviço da Flygvapnet (Força Aérea Suéca) em 1950, sendo operada até 1974, altura em que foi substituído pelo SAAB Draken. Um total de 661 unidades de diferentes variantes foram produzidas, incluindo 30 aeronaves exportadas para a Áustria em 1961, onde operaram até 1972.

AMX - O Tornado de bolso

.
.
.
.
O Alenia-Aermacchi-Embraer AMX é uma aeronave ligeira de ataque, apoio aéreo e reconhecimento táticos, resultado de um memorandum de entendimento entre a Itália e o Brasil assinado em 1981, que conduziu à criação de uma joint-venture entre as empresas italianas Aeritalia (posteriormente Alenia), a Aermacchi e a brasileira Embraer designado por AMX International. Designado pela AMI (Aeronáutica Milittare Italiana) por AMX A-11 Ghibli e pela FAB (Força Aerea Brasileira) por AMX A-1, a aeronave é capaz de realizar operações de baixo nível a alta velocidade subsónica operando a partir de pistas improvisadas e possui uma baixa assinatura a detetores de infravermelho (infrared signature) e radar (RCS-radar cross-section). Foi construído de forma a ter uma baixa vulnerabilidade dispondo de sistemas de defesas compostos por contramedidas eletrónicas (ECM), misseis ar-ar e canhões. Porém não deve ser considerado um caça, trata-se sim de um avião de ataque especializado, que poderá até participar em combate aéreo, mas apenas em legítima defesa, dificilmente será adequado para perseguir e abater outros aviões de combate.

SEPECAT Jaguar

.
.
.
.
O SEPECAT Jaguar é uma aeronave de ataque tático, resultado de um projeto conjunto da inglesa BAC (atual BAE), e da francesa Breguet (atual Dassault), que criaram para o efeiro a Société Européenne de Production de l'Avion d'École de Combat et d'Appui Tactique (SEPECAT). Originalmente concebido como um avião de instrução avançada e apoio tático, viria a evoluir para um caça-bombardeiro por excelência. 
O primeiro protótipo voou em setembro de 1968, dando origem a quatro versões básicas de produção, duas para a Royal Air Force (RAF) e duas para o Armée de l'air (AA), sendo ainda construído um protótipo para uma versão naval, o Jaguar M, que no entanto não entraria em produção. Os Jaguar ingleses e franceses tiveram sua hora de glória durante a Guerra do Golfo, onde foram extensivamente utilizados, mas a aeronave foi adotada por outros países entre eles Omã, Equador, Nigéria e Índia, atualmente o maior operador do Jaguar, numa versão construida e modernizada localmente pela HAL (Hindustan Aircraft Ltd).

Fiat G.91 Gina

.
.
.
.
O Fiat G.91 foi um avião de ataque leve (LWSF-Light Weight Strike Fighter) projetado e construído pela Fiat Aviazione (mais tarde, Aeritalia), em resposta à especificação NBMR-1 da NATO emitida no inicio da década de 1950. Embora se tenham frustrado as elevadas espectativas iniciais de produção, seriam construidos 756 Fiat G.91 durante um periodo de 19 anos, incluindo 2 protótipos e 27 aeronaves de pré-produção. As linhas de montagem foram encerradas em 1977, mas antes disso a Fiat produziu para a Força aérea Italiana uma versão avançada da aeronave, o Fiat G.91Y
O Fiat G.91 entrou em operação na Força Aérea Italiana em 1961 e da Luftwaffe da Alemanha Ocidental no ano seguinte. Na década de 1960 a Força Aérea Portuguesa, adquiriu à Luftwaffe 40 Fiat G.91 que utilizou extensivamente durante a Guerra Colonial Portuguesa em África até 1974. O Fiat G.91 desfrutou de uma longa vida em operação que se estendeu ao longo de 35 anos, até 1995 quando as ultimas unidades foram retiradas de operação em Itália.

Henkel He 111

.
.
.
.
O Heinkel He 111 foi, talvez, o mais famoso e reconhecível bombardeiro alemão da Segunda Guerra Mundial sendo o principal bombardeiro da Luftwaffe durante o período inicial do conflito. Extensivamente utilizado na Batalha da Inglaterra, revelou aí o seu fraco armamento defensivo, a relativa baixa velocidade e manobrabilidade reduzida, apesar de ter demonstrado capacidade para suportar danos graves e continuar a voar. Ainda que constantemente melhorado, o Heinkel He 111, tornar-se-ia rapidamente obsoleto perante a rapidez com que eram desenvolvidos novos caças, para os quais se tornou um alvo fácil. Porém o falhanço do projeto Bombardeiro B, fez com que se mantivesse em operação na Luftwaffe até ao final da Guerra.
Durante o conflito seria usado numa variedade de funções em todas as frentes do teatro europeu, como bombardeiro estratégico na Batalha de Inglaterra, como torpedeiro na Batalha do Atlântico, como bombardeiro médio e aeronave de transporte nas frentes Oeste , Leste , Mediterrâneo, Médio Oriente e Norte de África .